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Posted by on out 8, 2013 in Família | 0 comments

O início do problema financeiro

inicio do problema financeiro

Por que a maioria dos adultos hoje, não são educados financeiramente?

Vamos voltar ao tempo em que éramos crianças.

Criança não trabalha, portanto, não tem renda, não mensura o quantum de energia temos que dispender para produzir o dinheiro.

Mas a criança, mesmo não trabalhando, ganha dinheiro, certo?

Certo. Ganha dos avós, tios, pais (mesada), nos aniversários, dia das crianças, etc.

Qual a leitura da criança em relação à origem do dinheiro?

De que é fácil ganhar e satisfazer seus desejos, pois o essencial (casa, comida, roupa, calçado, escola, etc.) é suprido pelos pais e responsáveis.

E o que esses adultos dizem quando dão dinheiro à criança? “Estou lhe dando essa quantia para você comprar o que quiser (doces, brinquedo, etc)”.

Conclusão: a criança ganha dinheiro sem produzir nada e ainda é incentivada a gastar com o que bem entender.

Há aqueles que passaram muita privação e presenciaram em casa, muitas brigas devido ao problema financeiro. E quando se vêem com um salário querem tirar o atraso do tempo em que não podiam comprar nada!

O importante em todos os casos é perceber o problema do descontrole e através da educação financeira formar pessoas equilibradas para que tenham uma vida próspera!

 

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Posted by on out 8, 2013 in Família | 0 comments

Consumidores Mirins

O que significa, para muitos, as datas comemorativas do nosso calendário? Dia das Crianças, Natal, etc.?

Mercado aquecido! Vendas! Vendas ! Vendas! Certo?

Certo!

Mas essas datas – podem e devem – serem aproveitadas pelos pais para abordarem outros assuntos importantes. É um boa hora para ensinar os pequenos, na prática, o que é educação financeira.

Há no mercado, vários livros infantis, que versam sobre educação financeira e é nessa hora que os pais começam na prática a ensinar seus filhos: a escolha do presente tem que caber no bolso da família! Ensiná-los a pesquisar preços e até a pedir descontos! E se não der pra comprar o presente tão sonhado, porque não se tem o dinheiro suficiente, é hora de começar a encher aquele velho cofrinho que está em algum lugar a sua casa e juntar dinheiro para realizar o sonho dos pequenos!

Mas pais, não se esqueçam: o melhor jeito de educar é dando o exemplo!

A forma com que os pais lidam com o dinheiro, consumo e poupança influenciará diretamente à criança.

 

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Posted by on mar 8, 2013 in Artigos, Crianças x Finanças, Dicas, Família | 0 comments

COMO EDUCAR FINANCEIRAMENTE SEU FILHO?

 

HORA DA MESADA

 

 

Como educar financeiramente os filhos?

Essa é uma pergunta frequente que fica “martelando” na cabeça de muitos pais.

Nós sabemos muito bem que, criança aprende antes de tudo, através do exemplo que vê cotidianamente.

Primeiro Passo: Se tornará mais fácil educar financeiramente um filho, se você  viver essa situação no dia a dia. Ter as atitudes de uma pessoa educada financeiramente e essas estarem incorporadas no cotidiano da família.

Segundo Passo: explicar para seu filho que o dinheiro é importante, é o instrumento de troca entre as pessoas.  Eu desejo algo e troco meu dinheiro por isso. Mas que existem outras tantas coisas, muito mais importantes, que o dinheiro não pode comprar, como por exemplo: amor, amizade, carinho, saúde, união da família. Esses devem vir em primeiro lugar em nossa vida!

Terceiro Passo: vivenciar com seu filho que “desejo” de comprar um brinquedo é o mesmo que: passar um tempo guardando dinheiro para que essa compra possa ser efetuada com sucesso, tranquilidade e com prazer.

A mesada, ou semanada, nesse caso o ajudará e muito por em prática essa tarefa de formar um adulto sustentável no futuro, pois a criança, ao receber a mesada irá planejar o que fazer com ela. Podendo destinar uma parte para comprar suas guloseimas durante o mês e outra parte guardar em seu cofrinho para realizar o desejo de compra de determinado brinquedo.

E se no meio do caminho, a criança desviar de seu objetivo e gastar tudo que poupou com outras compras realizadas por impulso e sem tanta importância?

Conversar e expor o fato ocorrido, fazendo a criança se questionar se realmente precisava daquela compra e a consequência de seu ato: agora vai demorar um pouco mais de tempo para juntar novamente o dinheiro e comprar “aquele” brinquedo que tanto ela deseja.

 

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